Investir no funcionário gera lucros e motivação

*Notícia de: Portal Bolsa de Mulher

As profissionais dedicam maior parte do tempo do dia a seus empregos. Estar feliz no trabalho é o sonho de todas nós. Para isso, é comum ao pensar em crescimento profissional, buscar empresas que se destacam pelo índice de felicidade no trabalho.

Investir no funcionário, além de gerar resultados positivos para a empresa, gera motivação na equipe. Os investimentos em capacitação tendem a ser uma motivação para os funcionários participantes, que percebem que a empresa reconhece seu potencial e investe neles.

O investimento na capacitação e no desenvolvimento contínuo dos colaboradores é importante para todas as empresas. Investir é válido em todos os setores e em momentos, mas não precisa ser igualitário em termos de tempo e intensidade. Cada empresa deve definir um plano com metas objetivas de investimento, em tempo e recursos financeiros, para cada grupo de profissionais: por área, por nível hierárquico, por período e sempre priorizando as funções-chave’ para a companhia naquele determinado momento. Dessa forma, a empresa e o profissional repartem o investimento na ação de capacitação. Isso tem crescido nas empresas e pode ser considerado uma boa prática, pois tende a aumentar o comprometimento dos que participam da ação.

Saber distinguir qual funcionário merece o investimento daquele que não garante o retorno é o primeiro passo. Para que as empresas definam em quem investir, é importante ter um sistema de avaliação interna e mapeamento de talentos abrangente, bem desenhado e bem executado. Não é ideal que os investimentos sejam feitos de forma igual para todos os funcionários – mas sim que se invista mais nas pessoas que foram identificadas com maior potencial para contribuir com os resultados da empresa no futuro. Nesses casos, o retorno do investimento em capacitação tende a ser muito maior.

Para reter o funcionário e garantir o investimento, algumas empresas implementam políticas que determinam que o profissional que recebe o patrocínio de um curso deve permanecer no emprego por um período adicional após o término do curso. Caso o profissional saia da empresa voluntariamente, deve ressarcir parte deste investimento, o que funciona como um mecanismo de retenção de bons profissionais que, por sua vez, se sentem valorizados pelo esforço da empresa em retê-los na equipe.

O benefício do investimento em treinamento e desenvolvimento não é apenas do funcionário. O resultado é percebido na otimização dos resultados. O retorno quantitativo se dará na obtenção das metas e na melhoria dos resultados de negócios, conseguidos através do trabalho de pessoas mais qualificadas e comprometidas; esse aumento dos resultados é uma consequência do investimento nos funcionários, mas muitas vezes é difícil de identificar ou relacionar no curto prazo. O ganho qualitativo tende a ser perceptível, com o aumento do engajamento e da motivação dos funcionários participantes de programas de desenvolvimento – e o nível de engajamento também pode ser medido através de pesquisas internas.

 

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