Desânimo às segundas-feiras pode ser sinal de que você está na profissão errada

*Notícia de: Portal Uol Mulher

Uma pesquisa feita em maio pelo Instituto Datafolha constatou que 25% dos brasileiros ainda trabalham insatisfeitos. Há uma grande parcela que precisa aceitar atividades que estão disponíveis por não ter oportunidade de atuar em outras áreas. Por isso, para alguns profissionais, encarar a segunda-feira ainda é um drama. Tem gente que já começa a sofrer no domingo e acha que não vai suportar mais uma semana.

Os especialistas confirmam que quem não faz o que gosta tende a desenvolver sintomas de estresse crônico. Irritabilidade, cansaço, tristeza, apatia, ansiedade, quadros agressivos e até um estado de humor depressivo. A quantidade de problemas de saúde pode ser um sinal de que a pessoa não está feliz profissionalmente. A doença acaba sendo usada como fuga, ou seja, uma maneira de a pessoa ficar longe daquele ambiente que tanto a incomoda.

É claro que toda profissão tem altos e baixos. E ninguém precisa estar sempre bem disposto e satisfeito com tudo. Estar na profissão errada é não ser apaixonado por aquilo que faz. O importante é conseguir, apesar dos dias ruins e das frustrações, olhar para o espelho e dizer ‘estou satisfeito. Segundo ele, quem faz o que gosta enxerga o futuro com perspectiva, ao contrário daquele que fica de olho no relógio, contando os minutos para encerrar o expediente. 

Dá para mudar
Estar na profissão errada é um dos principais motivos para o insucesso na carreira. Por isso, ao detectar o problema, é importante fazer uma avaliação para saber se é a profissão ou o ambiente atual que incomodam, o chefe e até mesmo a função que lhe foi atribuída. Em alguns casos, uma readequação já é capaz de provocar motivação. No entanto, se o rumo tomado realmente não tem nada a ver com a sua vocação, é melhor preparar um cronograma. Não adianta ‘chutar o balde’. É melhor ir devagar e pesquisar quais recursos serão necessários para essa mudança.

Uma ajuda especializada pode ser muito útil neste momento. Muitas vezes, as pessoas preferem a segurança infeliz que a insegurança do desconhecido. E esse medo é natural. Por isso, a mudança deve ser bem avaliada e feita de forma gradual. E um coaching pode ajudar muito neste processo. Mudar de profissão quando ela não traz felicidade é preciso, pois, segundo ele, as pessoas tendem a se acomodar em uma situação ruim, porém conhecida. E o estresse crônico é provocado em função dessa escolha. 

Mesmo que seja necessário apostar em outra graduação, os especialistas defendem que vale a pena investir em uma carreira feliz. A realização profissional é fundamental para o bem-estar. E, nessa balança, estabilidade, salário e status não devem pesar mais do que a satisfação.

 

 

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