Fusão de empresas

*Notícia de: Portal Bolsa de Mulher

Com o aumento do número de empreendedores em todos os setores é natural se discutir um tema cada vez mais recorrente no mundo dos negócios: a fusão com outra empresa. O melhor momento para se unir a uma outra empresa é quando existe uma mudança de mercado. Cada local conhece melhor o seu mercado. Então, é inteligente a empresa estrangeira se unir a uma local, pois geralmente a de fora passa todo o conhecimento técnico a seu aliado, que, em contrapartida, ensina tudo sobre o local. Ou seja, além do conhecimento e clareza da geografia local, há ainda vantagem na transferência de conhecimento entre as duas companhias.

Portanto, a fusão é recomenda quando o objetivo é entrar em um novo mercado, seja regional ou internacional. A empresa passa a ganhar com a fusão ao adquirir algum conhecimento específico que ela não domina. O mercado no Brasil muda de acordo com cada região. Por isso, cabe à fusão mesmo para uma empresa regional, seja pela barreira cultural, de linguagem ou até para entrar no mercado com algum produto complementar. O objetivo é adquirir conhecimento de mercado, gestão ou marca.

A fusão entre empresas também é recomendada para ganhar força ou entrar em um novo segmento. Se o objetivo é buscar forças para ganhar expansão e crescimento, a fusão deve ser feita com uma marca forte, com o líder da indústria ou naquele segmento. Desta forma, a empresa adquire legitimidade e credibilidade e, com isso, abre portas. É uma questão de marca e posicionamento.

Outra vantagem é a economia de escala e ganho de sinergia. A empresa ganha sinergia quando aproveita os recursos da outra empresa para diminuir custo, usando, por exemplo, a mesma força comercial e modelo de distribuição para ganhar escala. Diminui o custo, desde o seu uso administrativo até o custo de estrutura. Com isso, consegue um preço diferenciado e o aumento de margem. Consequetemente ganha diferencial competitivo.

Mas cuidado, pois a fusão traz outros desafios e riscos. Cada empresa tem uma cultura própria. Para evitar conflito entre culturas, a fusão deve ser preocupar em buscar empresas com culturas próximas. O choque entre elas pode levar à perda de funcionários estratégicos. Outro possível risco é o problema de passivo trabalhista, mesmo com a auditoria antes da fusão há o risco da empresa adquirir dívidas, oriundas por exemplo de encargos não pagos, mesmo sendo posteriores à fusão.

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